A TV Vitória promoveu nesta quarta-feira (9), um evento para apresentar as transmissões dos Jogos Olímpicos 2012. Uma grande equipe de jornalistas da Record estará em Londres para fazer a cobertura ao vivo do evento – que será a grande transmissão da emissora neste ano. No Espírito Santo, a TV Vitória trará o tema Londres e Olimpíada para os seus programas locais, abordando em cada um deles um aspecto dos jogos e da cidade de acordo com seu editorial.
A equipe de mídia da @agenciaprosper, claro, foi dar uma conferida no evento.

Com a explosão de utilidades em assuntos sérios, o Twitter viu 2011 como um ano de destaque. E a eMarketer divulgou um estudo mostrando suas força e desafios. Tendo dado seus passos mais importantes rumo à monetização ano passado, o site deve ter US$ 259,9 milhões em receita em 2012, sendo as plataformas publicitárias uma das grandes tendências de marketing do ano.
O estudo, porém, prevê um grande desafio: não ser engolido pelos gigantes do setor. O Google+ tem potencial para tomar usuários do Twitter, assim como a função “Assinar” do Facebook. Até Ashton Kutcher, durante muito tempo o perfil mais popular do Twitter, o substituiu pelo Facebook.
Vamos aguardar para ver se o serviço vira uma moda passageira, como aconteceu com o MySpace (citado no estudo), ou vai se consolidar entre os gigantes do setor. Enquanto isso, o Twitter vai bem, obrigado.
Por Gabriela Sipioni, Executiva de Mídia da Prósper.
A maior parte dos livros que falam sobre redes sociais são incisivos: elas não são uma modinha e não irão embora. Ouvi o mesmo discurso em cursos e palestras e, analisando bem a sociedade em que vivemos, concordo plenamente com esses caras.
A essência das redes sociais é o compartilhamento. As pessoas querem mostrar para as outras o que estão fazendo, que vídeo estão assistindo, quais seus sites prediletos e, por isso, se unem em uma rede social. É igual quando éramos pequenos e nos sentávamos com um amigo… essa é a nossa necessidade de dividir, sei lá eu por quê.
Debruçada sobre isso, e tendo que responder às perguntas dos meus amigos, resolvi dar uma olhada mais crítica nas principais redes atuantes hoje. Já estamos na terceira rede social de sucesso no Brasil. Começamos pelo Orkut, que teve a maior adesão em nosso país, passamos pelo Twitter e estamos agora no Facebook – que no mês de outubro passou o Orkut em número de membros.
Eu não acredito em falência e morte total de nenhuma rede, porém uma vai se sobrepondo à outra devido às suas funcionalidades. No Orkut, por exemplo, era necessário criar álbuns para postar fotos e listas para vídeos (que não podiam ser diretos da internet – tinham que ser baixados). Isso distanciava as pessoas, pois tornava o processo “burocrático” e lento. Fazer o upload de cada foto no Orkut demorava décadas.
Já o Twitter foi uma revolução. Notícias rápidas de forma bem objetiva com possibilidade de links diretos da internet. No início as funcionalidades eram secas e a gente tinha que saber o site de encurtamento de URL e o nome dos nossos contatos de cabeça. Hoje o site já permite tudo isso direto durante o post, entretanto a sua essência ainda mantém alguns usuários bem distantes dessa rede: pode falar o que quiser, desde que caiba em 140 caracteres.
E é então que temos o boom do Facebook. De início não considerava muito essa rede e achava que, assim como o Orkut, ela só serviria para bisbilhotar a vida alheia. Hoje em dia discordo plenamente disso. Na minha opinião, o Facebook é a rede social completa. Ele conseguiu solucionar os “defeitos” das outras redes e concentrar tudo o que diz respeito a compartilhamento em um lugar só.
Quer falar o que está acontecendo? Tem como! Quer postar apenas uma foto sem álbum, só para marcar um momento? Tem como! Quer mandar aquele vídeo para a galera direto do YouTube? Tem como! Resumindo, tem como compartilhar o que você quiser dentro do Facebook. Isso sem falar na centena de aplicativos que o site proporciona.
Diferente das outras redes, vemos que a essência do Facebook é o compartilhamento e, por isso, o seu sucesso se explica. As pessoas são vaidosas e precisam se comunicar. É o que chamamos na propaganda de “ir para a cama com a Madonna e não contar para ninguém”. Se você não falar, é o mesmo que não ter ido, então nesta era onde muitas coisas acontecem o dia inteiro e que as informações são mais que dinâmicas, compartilhar vai além de um hobby – se torna uma necessidade.
Ao vermos o filme “A Rede Social” percebemos que Mark Zuckerberg entendeu a essência daqueles que queriam compartilhar as suas informações e condensou tudo isso em um único lugar. Para mim, as redes sociais de fato não são uma modinha, mas eu acredito que apenas aqueles que mantiverem o estilo Facebook permanecerão sem serem sobrepostas.
Por Gabriela Sipioni, Executiva de Mídia da Prósper
O mercado de publicidade e propaganda está em mudança. Isso não é nenhuma novidade, uma vez que esse mercado é reconhecido exatamente por não ter rotina e onde cada dia é único. Entretanto, o que vemos agora é uma nova mudança conceitual, onde está em discussão o modelo de negócio e, principalmente, o profissional que atua na área.
No século XX, a publicidade era restrita. Tínhamos uma marca com uma grande ideia, que precisava chegar ao consumidor e fazê-lo comprar um produto. Tanto os produtos quanto os meios de comunicação tinham pouca diversidade. Queria atingir alguém assertivamente? Colocava no horário nobre da TV.
Não importava se estávamos falando de marca de sabão em pó, cerveja ou perfume. Quanto mais consumidores vissem, melhor, e o caminho para se chegar até eles eram as grandes audiências. A mídia se limitava a televisão, rádio, jornal e revista e o ponto de venda era apenas a gôndola onde o produto estava exposto.
Entretanto, em um pouco mais de 10 anos de um novo século, temos um cenário completamente diferente, para não dizer antagônico. Mídia certeira hoje é aquela que fala com cada indivíduo, entendendo o seu diferencial diante da massa. Buscar as grandes audiências ainda pode ser uma alternativa, mas em muitos casos é dar tiro de canhão para atingir formiga.
Hoje em dia tudo é mídia: televisão, jornal, revista, celular, out of home e até aquilo que não é veículo de comunicação tradicional, como as ruas, portas de edifícios, elevadores e por aí vai. As redes sociais trouxeram um novo formato de consumir, onde você pergunta primeiro aos seus amigos a opinião deles sobre uma marca para depois definir o que você mesmo pensa sobre ela.
O ponto de venda se diversificou indo da gôndola para o perfil do Facebook e de lá para o e-commerce no site do cliente. Os produtos são tantos que é preciso vivência com o consumidor para que ele consiga diferenciar as marcas. Dizer apenas o nome e a qualidade deles é se perder diante de tantas informações que as pessoas recebem diariamente. É preciso criar laços de experimentação, criar um diálogo onde o cliente não mais recebe as informações, mas também retorna com o seu ponto de vista e diz o que quer do produto.
A internet é mais que nunca a janela do mundo e é o segredo para a convergência de toda a comunicação – que nesse novo modelo precisa ser 360° ao pensar o cliente e colocar todas as ferramentas disponíveis em prática para o desenvolvimento do melhor plano, mesmo que isso não signifique publicidade e propaganda em si.
E, afinal, de que profissional estamos falando nesse novo mercado? Nesse novo modelo não haverá mais divisões tão claras entre atendimento, mídia, produção e criação. As funções ainda existirão, mas todos os profissionais de comunicação passarão a ser planejadores em busca das melhores soluções, pois as grandes ideias passarão a vir de todas as áreas.
Esse novo profissional deverá estar focado na inovação, que será o grande diferencial desse novo século. Não basta apenas fazer diferente, tem que ser inédito. E, apesar de muito se achar, esse ineditismo não precisa necessariamente estar ligado às novas tecnologias – dá para inovar em qualquer coisa.
Mais do que nunca o profissional de comunicação precisará ser um especialista em generalidade. Além de ser expert em sua própria área, será vital que ele seja expert no negócio do cliente, pois só assim haverá a visão de oportunidade e ineditismo que serão imprescindíveis para que agências e profissionais se destaquem nesse novo cenário da publicidade e propaganda.
O último sábado foi dia de treinamento para a nossa mídia Gabriela Sipioni. Ela participou do curso “Planejamento de Mídia” ministrado por Marcelo Aquilino e Eugênio Voltarelli Neto – diretores de inteligência em mídia na Young & Rubicam. O objetivo era mostrar as transformações do mídia nas últimas décadas. Neste novo cenário onde tudo é mídia, o profissional da área precisará se especializar em planejamento estratégico e, principalmente, desenvolver a sua criatividade para empregar da melhor maneira os investimentos do cliente.
“Já estamos debatendo essa nova atitude dos profissionais de comunicação na Prósper e o curso foi essencial para entendermos que já estamos à frente em nossas atitudes. É importante analisarmos o cenário de outros mercados, como São Paulo e Rio de Janeiro, e perceber que estamos na mesma linha de discussão”, foi a análise feita por nossa mídia.
Treinamento em Mídia
O último sábado foi dia de treinamento para a nossa mídia Gabriela Sipioni. Ela participou do curso “Planejamento de Mídia” ministrado por Marcelo Aquilino e Eugênio Voltarelli Neto – diretores de inteligência em mídia na Young & Rubicam. O objetivo era mostrar as transformações do mídia nas últimas décadas. Neste novo cenário onde tudo é mídia, o profissional da área precisará se especializar em planejamento estratégico e, principalmente, desenvolver a sua criatividade para empregar da melhor maneira os investimentos do cliente.
“Já estamos debatendo essa nova atitude dos profissionais de comunicação na Prósper e o curso foi essencial para entendermos que já estamos à frente em nossas atitudes. É importante analisarmos o cenário de outros mercados, como São Paulo e Rio de Janeiro, e perceber que estamos na mesma linha de discussão”, foi a análise feita por nossa mídia.
O apresentador Ratinho, conhecido pelo seu apelo popular e por não aliviar em polêmicas, juntou as duas coisas ao bater na publicidade feita para a classe C em seu painel no Maxi Mídia. Segundo o mesmo, grande parte dos publicitários ainda não conseguiu achar o tom certo e mantém um tom elitista mesmo para o segmento, cujo poder aquisitivo é o que mais cresce no Brasil.
Clicando aqui, você pode conferir no site do evento algumas reações à afirmação. E se você quer participar da discussão, deixe o seu recado aqui nos comentários.
De junho pra cá, após a inauguração da Lessô Calçados em Vitória, a Prósper iniciou um trabalho de comunicação integrada para a loja, junto com profissionais especializados em outras ferramentas, como a jornalista Joanna Ferrari e a Plural MS, agência de Mídia Social. O resultado não podia ser outro: uma satisfação tremenda de ver o sucesso do trabalho em 360 graus. Um exemplo: redes como o Twitter e Facebook já estão dando as boas-vindas à Lessô, onde a loja mantém contato com as clientes e se prepara para, em breve, lancar promoções. E claro, onde tem promoções e sapatos, as mulheres não ficam de fora.
#ficaadica. Sigam a Lessô no @lesso_es e adcionem no Lessô Espírito Santo no Facebook.
Enquanto pega fogo a briga pela transmissão das próximas edições do Campeonato Brasileiro pelas emissoras de televisão, uma plataforma possui o privilégio de não ter de se preocupar com a disputa: o rádio. Na última terça-feira (15), o Senado aprovou medida provisória que cria novas normas e programas para o esporte com a alteração da Lei Pelé; no trâmite, a MP ganhou uma emenda do relator, o senador Álvaro Dias, que pede a manutenção da gratuidade na transmissão de eventos esportivos para as rádios.
A emenda foi incluída no texto final, já que a versão apresentada ao Senado incluía as emissoras de rádio entre os veículos que seriam obrigados a pagar pelo direito de arena. “O rádio tem esse direito do rádio há mais de 80 anos. Acabar com ele causaria enormes prejuízos ao rádio que sempre cumpriu um papel inestimável ao desenvolvimento do esporte e à sociedade em geral”, disse o presidente da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Emanuel Carneiro. O plenário da Câmara deve apreciar a proposta na próxima semana.
Fonte: AdNews