O Brasil será o foco principal do Tumblr em 2012, ano em que o país se tornará o primeiro a receber um escritório da empresa fora dos Estados Unidos, informa a Folha.com.
Josh Nguyen e Mark Coatney, diretores do serviço que mistura elementos de blog e microblog, não escolheram o Brasil por acaso. O país é o segundo maior em número de usuários (cerca de 12% do total) e concentra os internautas que mais gastam tempo com os posts (média de 30 minutos por visita).
Os dois executivos estão em São Paulo, onde tentam encontrar algum representante para a empresa. “Estamos aqui primeiro para entender como o Tumblr funciona no Brasil. Nos EUA o uso profissional em geral é muito grande. Aqui parece que o foco é o humor”, disse Coatney à Folha.
“Também queremos traduzir a ferramenta totalmente para o português, já temos alguém trabalhando nisso”, completou Nguyen.
Quem entra na Wikipédia em inglês hoje se depara com uma situação inusitada. A maior enciclopédia livre do mundo tirou do ar essa que é sua versão com maior quantidade de artigos em protesto contra os projetos de leis do Congresso dos Estados Unidos conhecidos pelos acrônimos Sopa (“Stop Online Piracy Act“, ou ato contra a pirataria online) e Pipa (“Protect Intelectual Property Act“, ou ato de proteção à propriedade intelectual). Os editores do site consideram que as medidas vão contra a liberdade da internet (para saber detalhes sobre eles, clique aqui). Google e Facebook podem fazer atos semelhantes caso os projetos sejam aprovados.
Com a explosão de utilidades em assuntos sérios, o Twitter viu 2011 como um ano de destaque. E a eMarketer divulgou um estudo mostrando suas força e desafios. Tendo dado seus passos mais importantes rumo à monetização ano passado, o site deve ter US$ 259,9 milhões em receita em 2012, sendo as plataformas publicitárias uma das grandes tendências de marketing do ano.
O estudo, porém, prevê um grande desafio: não ser engolido pelos gigantes do setor. O Google+ tem potencial para tomar usuários do Twitter, assim como a função “Assinar” do Facebook. Até Ashton Kutcher, durante muito tempo o perfil mais popular do Twitter, o substituiu pelo Facebook.
Vamos aguardar para ver se o serviço vira uma moda passageira, como aconteceu com o MySpace (citado no estudo), ou vai se consolidar entre os gigantes do setor. Enquanto isso, o Twitter vai bem, obrigado.
O jornal Folha de São Paulo divulgou uma pesquisa que comprova: as redes sociais são o melhor caminho para o serviço de atendimento ao consumidor. Devido a exposição da marca, o Twitter se tornou o melhor canal para reclamar e ser prontamente atendido.
As marcas estão ciente dessa mudança do comportamento do consumidor e vem se ajustando ao novo formato. Segundo Juliana Rios, superintendente do SAC do Santander, “não existe mais a opção de não estar nas redes sociais. O efeito avassalador atinge todo mundo… a própria rede não permite responder no dia seguinte”.
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Ontem uma competição agitou a Prósper na hora do almoço. Foi a primeira rodada do campeonato de tênis de mesa no Kinect, o videogame que captura os movimentos corporais dos jogadores. A ação contou com representantes de todas as áreas da agência, mas quem se deu bem mesmo no jogo foram as equipes de Produção e Criação, que monopolizarão a segunda fase, a ser jogada até o fim desta semana. Mas, provocações de corredores à parte, o importante foi a integração de todos com esta tecnologia que tem inúmeras possibilidades de aplicações.
No Canadá, a campanha da Volkswagen para o lançamento do novo Beetle é toda feita com outdoors e mídia em pontos de ônibus, mas não tem nada de tradicional. Quem fizer download do app para iPhone/iPad e colocar na frente das mídias é que vai ver a campanha acontecendo de verdade. São três diferentes interações com realidade aumentada, dependendo do outdoor em que o seu gadget for apontado.
Cerca de mil pessoas estiveram presentes nessa quinta-feira (20) no Centro de Convenções de Vitória para a palestra do presidente do Google do Brasil, o capixaba Fábio Coelho, no projeto Web em Destaque. Como não poderia ser diferente, a Prósper também esteve no evento com parte de sua equipe.
Anderson Aguiar, diretor de arte da Prósper, conta um pouco da sua experiência: “a vinda de um palestrante como o Fábio Coelho para o estado é importante para quebrar paradigmas e mostrar que não devemos ter medo de inserir o nosso mercado nessa grande onda tecnológica da qual o Brasil é sempre destaque. E a nossa presença aqui é importante para que a Prósper continue sempre inovando para os clientes.”
Entre os principais temas focados, estão a grande conectividade do público, que está cada vez mais participativo, as plataformas do Google e as possibilidades de organização de resultados para os usuários e um dado interessante: enquanto o Brasil é o 2º país em número de usuários do Twitter, 64% dos presidentes das 50 maiores empresas não estão em redes sociais; em contrapartida, a produtividade aumenta 18% nas empresas que liberam o uso da internet.
O Google anunciou o lançamento no mercado brasileiro de um portal de e-commerce com 200 mil empresas cadastradas. A partir do Google Shopping, o internauta poderá comparar preços de um determinado produto em vários sites de varejo. “O Google Shopping é o maior indexador de produtos no mundo, com mais de 1 bilhão de itens em sua base”, informa Lucia Tahara Le Menn, gerente de parcerias estratégicas para varejo do Google.
Fonte: Meio e Mensagem
O Facebook, uma das ferramentas mais procuradas na hora de pensar alguma ação de relacionamento online, criou dois mecanismos para estimular ainda mais a criatividade publicitária dentro da rede social com mais participantes no mundo. O primeiro é o Facebook Studio, onde você pode ver as ações e fanpages de maior resultado (ou seja, as que ganham mais “curtiu” dos usuários), selecionados por região, idioma ou período. E dentro dessa ferramenta, será promovido o Facebook Studio Award, um festival para premiar as melhores ideias. O objetivo, claro, é atrair mais anunciantes para a rede.
Fonte: Brainstorm9
A onda de revoltas que se espalha, sobretudo, pelo mundo islâmico conta com um aliado fundamental: a comunicação pela internet. Desde os manifestos contra o resultado das eleições no Irã, redes sociais e páginas de compartilhamento de vídeos têm sido utilizados para organizar e resistir às investidas de retaliação do governo. E, após o sucesso dos manifestos na Tunísia (que derrubaram o presidente Ben Ali em janeiro), os governos de países em que ocorrem protestos têm sistematicamente encarado a rede mundial como um poderoso inimigo. Após Egito e Irã, esta semana foi a vez da Líbia derrubar a internet. Outros governos tomam ações preventivas; a China, famosa pelo rígido controle à internet, optou por minimizar as informações vindas das manifestações para não inflamar possíveis protestos em seu próprio território.
Redação Prósper, com informações e imagens do AdNews.