A onda de revoltas que se espalha, sobretudo, pelo mundo islâmico conta com um aliado fundamental: a comunicação pela internet. Desde os manifestos contra o resultado das eleições no Irã, redes sociais e páginas de compartilhamento de vídeos têm sido utilizados para organizar e resistir às investidas de retaliação do governo. E, após o sucesso dos manifestos na Tunísia (que derrubaram o presidente Ben Ali em janeiro), os governos de países em que ocorrem protestos têm sistematicamente encarado a rede mundial como um poderoso inimigo. Após Egito e Irã, esta semana foi a vez da Líbia derrubar a internet. Outros governos tomam ações preventivas; a China, famosa pelo rígido controle à internet, optou por minimizar as informações vindas das manifestações para não inflamar possíveis protestos em seu próprio território.
Redação Prósper, com informações e imagens do AdNews.